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Entidades criciumenses lançam movimento em prol da valorização da indústria carbonífera
Entidades criciumenses lançam movimento em prol da valorização da indústria carbonífera 07 de outubro de 2021
Com o objetivo de valorizar a indústria carbonífera e a geração de energia proveniente dela, a CDL, junto à Acic, Acit, Fiesc, Facisc, Fitiec, Forcri e Fecomércio, lançam o movimento “Carvão Mineral: para um presente seguro e um futuro sustentável”. Por meio de peças publicitárias e matérias jornalísticas em vários veículos de comunicação regionais e estaduais, o movimento tem a intenção mostrar à sociedade que o carvão mineral é uma energia segura, essencial e necessária, além de enfatizar o quanto o setor contribui com o desenvolvimento do Sul do Estado.
 
O presidente da CDL, Tiago Marangoni, destaca a importância do setor, e o quanto a indústria do carvão tem forte impacto socioeconômico em toda a região. “Nos últimos anos a área evoluiu, se profissionalizou, houve muito investimento em segurança e tecnologia. Criciúma é a Capital do Carvão e isso deve ser orgulho para todos nós”, diz ele, ao complementar: “por muitos anos, o carvão foi a principal atividade econômica do município e isso potencializou a vocação de Criciúma como polo econômico regional. 
 
Evolução do setor
 
A extração de carvão mineral foi iniciada no Brasil no fim do século 19. Em Santa Catarina, o setor começou a se desenvolver em 1917. De lá para cá, a mineração trouxe impactos positivos e negativos, mas também muito aprendizado. 
 
Hoje, a indústria carbonífera gera 5 mil empregos diretos e mais de 20 mil indiretos no Sul de Santa Catarina. O setor é responsável por 4% do Valor Adicionado dos municípios ligados à Associação dos Municípios da Região Carbonífera (Amrec), de acordo com dados de 2018. 
 
Além do impacto local, o presidente do Forcri, Leandro Eufrásio Teixeira, aponta a importância do setor para a segurança energética. “Realizar esta campanha em prol ao carvão se faz necessário por sua importância como uma das principais fontes energéticas. Este setor representa R$ 4 bilhões na economia catarinense, tendo assim envolvimento direto no movimento econômico de diversos municípios do sul do estado”, reitera.